A nossa vontade

Simples de jogar.
Infinito para imaginar.

O Astral é um servidor de sobrevivência com base vanilla, foco social e RPG. Aqui, você é um Sonhador: alguém capaz de moldar o mundo e deixar memórias nele.

Entre construções, explorações e personagens interpretados ao vivo pela equipe, a história se revela nos encontros, nas ruínas e nas escolhas da comunidade. Alguns caminhos se abrem conforme essa história avança.

Uma construção, uma ideia, uma ajuda inesperada. Tudo isso conta. Porque o que dá vida a um servidor são as pessoas que escolhem fazer parte dele.

Mais que uma história juntos.
Memórias que ficam com a gente.

Tem espaço para o seu jeito de jogar

Sobrevivência com base vanilla

Sobreviver, explorar, plantar, minerar e construir continuam no centro da experiência. A lore dá novos significados e caminhos a essa base.

RPG e imaginação

Personagens ganham vida com a equipe. Encontros, mistérios e escolhas dos Sonhadores ajudam a construir a história que vivemos juntos.

Um projeto de todos

Quem constrói, explora, inventa uma máquina ou recebe alguém novo tem algo a somar. A comunidade também é uma construção coletiva.

Um mundo que se abre com a história

A progressão acompanha os acontecimentos da lore. O Nether começa selado, e sua abertura depende de um grande ritual que os Sonhadores precisam realizar.

Algumas mecânicas também refletem esse mundo: os Villagers não oferecem Remendo, e os golens de ferro não deixam ferro ao morrer. Projetos de redstone e farms têm espaço, levando em conta essas particularidades.

Um mundo que também sonha

Por aqui, somos Sonhadores.

A lore do Astral fala de memórias, de quem veio antes e de quem ainda vai moldar o mundo. É um convite para olhar os detalhes com curiosidade e imaginar o que pode vir depois.

E, entre um mistério e outro, existe a nossa própria história: feita das escolhas, dos encontros e das coisas que criamos juntos.

Fragmentos do mundo

“Alguém adoraria ver o que você vai construir.”

— um sonho

É por isso que a gente joga

Os blocos ficam no mapa.
Os momentos ficam na gente.

É esse tipo de lembrança que queremos criar por aqui.

O começo

A primeira casa.

Aquela que começou pequena e acabou virando ponto de encontro, com espaço para mais um baú e mais um amigo.

A descoberta

“Olha o que eu achei!”

Uma paisagem, uma caverna ou um lugar perfeito para construir. A vontade de chamar alguém para ver também.

A companhia

Só mais um pouquinho.

A conversa que se estende, o projeto que ganha outra ideia e aquela sessão que vira uma lembrança boa.